Doenças comuns em gatos: conheça e veja como prevenir!

Doenças comuns em gatos: conheça e veja como prevenir

Eles são independentes e parece que nunca precisam de nós e os cuidados se resumiriam a proteger contra pulgas, carrapatos e sarnas. Porém, existem doenças comuns em gatos que devem ser diagnosticadas e tratadas com urgência.

Nossos filhotes de patas merecem todos os cuidados e o olhar atento com a saúde deles é fundamental para que tenham uma vida longa e com qualidade.

Essas doenças têm impactos graves e o comportamento do gato, que é naturalmente mais reservado, pode dificultar a descoberta de sinais de algo errado que esteja acontecendo com ele.

Conhecer os detalhes delas – como se manifestam, de que formas é possível prevenir e quais serão as formas de tratamento – pode evitar quadros graves e consequências até fatais.

Vamos compartilhar neste artigo as melhores informações sobre as doenças felinas mais comuns e ajudar você a cuidar do bichano com mais carinho e segurança!

Insuficiência Renal Felina

Os gatos são conhecidos por não serem consumidores de água, mesmo quando vemos eles nas fontes e bebedouros – na verdade, a quantidade ingerida é mínima e quase toda desperdiçada durante o processo.

Isso se deve à própria origem dos gatos : eles surgiram nas áreas de deserto da África e do Oriente Médio e seu organismo se condicionou à falta de água.

Por esse motivo, a insuficiência renal em gatos é uma das doenças mais comuns, principalmente para os gatos idosos, quando a atividade renal cai bastante.

Quais os sintomas da insuficiência renal felina?

Os sintomas podem se confundir com outras doenças e até mesmo uma infestação por carrapatos e pulgas.

  • Diarreia;
  • Desidratação;
  • Apatia;
  • Anemia.

O tratamento de gatos com insuficiência nos rins é feito com medicação específica prescrita pelo veterinário.

Como prevenir a insuficiência renal felina?

Usar bebedouros de fonte é uma forma  de incentivar o consumo de água do gato, pois eles preferem água em movimento. Isso certamente ajudará a evitar ou retardará ao máximo o surgimento da insuficiência de rins no gato.

Outra forma de repor líquidos no organismo deles é com uma alimentação de qualidade, procurando mesclar a ração seca com a ração úmida.

Imunodeficiência Viral Felina (FIV)

A FIV, também conhecida como a AIDS felina – pela similaridade entre elas – é uma das doenças mais temidas pelos tutores. Um vírus ataca o sistema imunológico do gato, tornando-o suscetível a todas as infecções, o que pode levá-lo à morte precoce.

A transmissão se faz entre gatos e de variadas formas:

  • No acasalamento;
  • Em brigas onde o gato transmissor morde e transmite pela saliva;
  • Durante a amamentação, pela gata contaminada.

A AIDS do gato é uma doença de desenvolvimento lento, o animal pode viver sem manifestar os sintomas por anos até que eles surjam.

Ao diagnosticar um gato portador de FIV, inicia-se um tratamento por toda a vida do animal – a FIV não tem cura e não existe uma vacina.

Cumprindo todas as rotinas definidas e administrando as situações de estresse para o gato (mudanças de residência, banhos sem necessidade), é possível protegê-lo de infecções e dar a ele uma expectativa de vida longa e com qualidade.

Quais os sintomas da FIV?

Os sintomas da FIV podem variar bastante entre os gatos, mas de uma forma geral eles apresentam:

  • Febre;
  • Falta de apetite;
  • Lesões na pele;
  • Letargia;
  • Gengivite;
  • Doenças isoladas em diversas regiões do corpo e sistemas orgânicos;
  • Doença neurológica.

Observe seu gato constantemente para levar ao veterinário ao primeiro sinal.

Como prevenir a FIV?

Por ser uma doença transmitida através do comportamento dos gatos, existem formas de impedir a disseminação da FIV.

  • A castração do gato, que impede a procriação de indivíduos com AIDS felina e o comportamento agressivo que leve os gatos às brigas;
  • Evitar que o gato saia de casa e se relacione com outros animais.

Leucemia Viral Felina (FELV)

Leucemia Viral Felina (FELV)

Essa é outra doença felina preocupante e perigosa. Conhecida como a leucemia em gato, ela também se transmite através de um retrovírus que ataca exclusivamente essa espécie e gera o enfraquecimento do sistema imunológico felino.

Assim como acontece com a leucemia humana, a FEVL causa imunossupressão e está associada ao linfoma, uma  forma agressiva de câncer e com alta taxa de letalidade felina.

A transmissão se faz de variadas formas:

  • Na limpeza mútua entre os gatos, com as lambidas;
  • No contato do gato com fezes e urina de outro animal infectado;
  • No compartilhamento de potes e caixas de areia;
  • Em brigas onde o gato infectado morde e transmite pela saliva;
  • Durante a amamentação, pela gata contaminada;
  • Por via transplacentária, durante a gravidez felina.

Não há transmissão da FELV para humanos e cães, mesmo mordidos pelo gato doente.

Quais os sintomas da FELV?

Nem todos os gatos contaminados pelo retrovírus desenvolvem a FELV, alguns possuem resposta imune ao vírus. Para os gatos que desenvolvem FELV, os principais sintomas são:

  • Febre;
  • Apatia;
  • Anorexia;
  • Perda de peso;
  • Anemia;
  • Estomatite;
  • Problemas respiratórios.

Somente o veterinário pode investigar e diagnosticar a FELV.

Como prevenir a FELV?

As formas de prevenção da leucemia felina são.

  • Evitar o compartilhamento de comedouros, bebedouros e caixas de areia;
  • A castração, impedindo a geração de gatos com AIDS felina e a agressividade que leve os gatos às brigas;
  • Evitar que o gato saia de casa e se relacione com outros animais.

Obesidade Felina

A obesidade em gatos já é considerada uma preocupação mundial, com milhões de animais vivendo em residências com pouca atividade física e poucos estímulos – essenciais para a qualidade de vida do animal.

A obesidade felina pode causar problemas graves, entre eles os problemas nas articulações, no ritmo cardíaco e a diabetes.

Como prevenir a obesidade felina?

É possível controlar o peso do gato e evitar que ele fique obeso e se torne vulnerável a uma série de doenças e limitações. A principal medida é fornecer uma alimentação equilibrada e adequada à saúde do gato.

  • Invista em uma ração ou alimentação natural que tenha todos os nutrientes que ele precisa;
  • Não alimente o gato com comida humana;
  • Leve o gato ao veterinário regularmente para avaliação de peso.

Invista em uma forma saudável de alimentar o seu gato!

Uma forma de nutrição suplementar com ótimos resultados são os petiscos saudáveis.

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